Terça-feira, Julho 26, 2005
“O sumiço”
Como “Os Pinze” não têm tido tempo para actualizar o blog devido ao excesso de entre folhos que nos chegam aos escritórios, decidimos servir o abichanado (no caso dos rotos) ou a fufa (no caso das rotas) leitores/as com tal caricata historia que se passou nas famosas aulas de Filosofia, na sala 42 da Manuel Laranjeira, por volta das 8.30 da matina de segunda-feira, com Sô Dona Filomena.
Às 8.30 da manhãzinha de segunda-feira, homem que é homem, esta a recuperar da sua ressaca de sábado a noite. E pergunta o homossexual leitor o porquê de a ressaca ser curada às segundas-feiras. É fácil. A ressaca é curada às segundas-feiras pois no domingo não há tempo para tal, pelas seguintes razoes:
Um gajo acorda perto duma árvore no parque de Espinho, com uma cachopa deitada em cima, cabeça encostada ao nosso peito e a babar-se em cima dos nossos joelhos.
Olhamos para a mão direita esta lá a caixa do preservativo utilizado, já com o preservativo apertadinho e tudo de maneira e um gajo se livrar dele. Olhamos para a mão esquerda e ela esta toda borrada devido a grande cagadela feita, talvez, por um São Bernardo, que nesse dia tinha comida um raia, ou seja, o irradiado por de S.Pedro estava de “diarraia”.
Depois de nos livrarmos com jeitinho da coisa mais importante da nossa vida, um gajo quer é dormir, pois é impensável que os nossos cotinhas encontrem no bolso mais largo das nossas calças o cabrão do preservativo com o molhinho de salsicha todo lá dentro.
O resto do domingo é passado todo a dormir, não havendo tempo para curar a meretriz da buba.
Foi isto que aconteceu com o Nuno (nome fictício) numa segunda-feira chuvosa, por sinal, aquando a professora Filomena leccionava tão fugosa aula de Filosofia. Estava o “quadrado” formado, realçando-se os bicos. Este “quadrado” era e será sempre composto por Diogo, Pedro, Nuno e Bruno (continuamos com nomes fictícios).
Devido a tão ocupado domingo, Nuno padecia de um obstrução, não só nasal, como “traqueal” e “bronquial” que o impedia de efectuar confortavelmente a ingestão e a expiração de tal gás essencial à sobrevivência humana, isto é, ele estava uma constipação que não lembra ao Abominável Homem das Neves. Foi neste estado que Nuno ficou conhecido no mundo dos guardanapos, não por ter batido mil “sarapitolas” ao mesmo tempo, mas sim por ter ocupado milhões e milhões de lenços de papel da Renova com a sua famosa “nhanha”, tendo ate sido apelidado por Manuel Luís Goucha de “Nhunho”. Foi com uns destes lenços utilizados por Nuno que se passou tão caricata situação. Estava o “quadrado” atento à aula de dona Filomena, como sempre, estando esta a expressar-se gestualmente no quadro, quando Nuno, acabando de tirar a pinga de “nhanha” que lhe escorria pela narina direita levando consigo dois ou três “pintelhos” provenientes do nariz, se lembra de embrulhar a mucosidade presente no papel e com o seu braço de bicípite de 50 cm, que faz roer de inveja qualquer “punheteiro” de alto gabarito, arremeça-o fortemente fazendo com que este embata em tão formosa cabeça de Pedro, matando dois ou três sem abrigo que lá viviam. Pedro, furioso como nunca por terem sido mortos os seus companheiros de quarto, apoiando-se no costado da cadeira, olha para a sua retaguarda e sem mais nem menos, atira o inocente do papel contra os binóculos de Bruno, fracturando a haste direita e deixando um pouco de “nhanha” na lente esquerda. Bruno descontente com a situação, atira o coitado do lenço que nesta altura já se sentia enjoado, pobrezinho, fazendo com que este vá direito à bochecha rosada de Diogo que, como sempre, estava atento á aula, para não fazer nenhum movimento em falso devido a sua alta infelicidade para momentos tristes. Diogo, como ate se sentiu enojado com tal ranhosa situação, decidiu-se por atirar o lenço contra as fuças de Nuno, que, tal como Pedro, se enfureceu fortemente. Como Nuno estava no auge da sua fúria e não tinha calma para pensar, num acto de pura vingança, decide-se por atirar o lenço, que nesta altura já flamejava de tanto atrito presente no ar, contra Diogo. Mas como Diogo é um bom “punheteiro”, e seus reflexos de pescoço são excelentes e não estão enferrujados, move-se com uma “lean” de direita para fugir a tão ordinário projéctil. Como o projéctil não encontrou nenhuma cabeça para se confortar, decidiu-se por se deixar ficar pela mala de Sô Dona Filomena. Quando vê esta aterragem tão bem sucedida, Nuno lança um guincho à Castelo Branco, ou seja, roto, para descrever o seu susto. Enquanto Nuno lançava tão “abichanado” guincho, o restante “quadrado” lançava gargalhadas que mais se pareciam com o famoso riso de Jean (nome fictício também). Quando a senhora Filomena vê na sua cara mala de couro, comprada a um marroquino que andava na praia a vender pulseiras, tal ordinário projéctil decide-se por castigar Nuno. Leva-o para sua casa de campo na rua 19 e tratando Nuno como se fosse um boneco, baixa-lhe suas giras calças da quicksilver que todos invejam e os boxers com elefantes a desfrutarem dos seus órgãos sexuais para seu próprio prazer (coisa mais rota) e pegando em poderoso tronco luminoso de 32 cm, espeta-o no rifte presente na retaguarda de Nuno, falha esta que era de grande estima para ele, fazendo com que este parecesse um semáforo. Nuno guarda boas recordações desta historia e ainda tem saudades dos tempos em que ele utilizava o mesmo tronco para brincar aos médicos com o seu irmão, tendo este que fazer diariamente o seu examezito à próstata.
Nada mais havendo a tratar...
Como “Os Pinze” não têm tido tempo para actualizar o blog devido ao excesso de entre folhos que nos chegam aos escritórios, decidimos servir o abichanado (no caso dos rotos) ou a fufa (no caso das rotas) leitores/as com tal caricata historia que se passou nas famosas aulas de Filosofia, na sala 42 da Manuel Laranjeira, por volta das 8.30 da matina de segunda-feira, com Sô Dona Filomena.
Às 8.30 da manhãzinha de segunda-feira, homem que é homem, esta a recuperar da sua ressaca de sábado a noite. E pergunta o homossexual leitor o porquê de a ressaca ser curada às segundas-feiras. É fácil. A ressaca é curada às segundas-feiras pois no domingo não há tempo para tal, pelas seguintes razoes:
Um gajo acorda perto duma árvore no parque de Espinho, com uma cachopa deitada em cima, cabeça encostada ao nosso peito e a babar-se em cima dos nossos joelhos.
Olhamos para a mão direita esta lá a caixa do preservativo utilizado, já com o preservativo apertadinho e tudo de maneira e um gajo se livrar dele. Olhamos para a mão esquerda e ela esta toda borrada devido a grande cagadela feita, talvez, por um São Bernardo, que nesse dia tinha comida um raia, ou seja, o irradiado por de S.Pedro estava de “diarraia”.
Depois de nos livrarmos com jeitinho da coisa mais importante da nossa vida, um gajo quer é dormir, pois é impensável que os nossos cotinhas encontrem no bolso mais largo das nossas calças o cabrão do preservativo com o molhinho de salsicha todo lá dentro.
O resto do domingo é passado todo a dormir, não havendo tempo para curar a meretriz da buba.
Foi isto que aconteceu com o Nuno (nome fictício) numa segunda-feira chuvosa, por sinal, aquando a professora Filomena leccionava tão fugosa aula de Filosofia. Estava o “quadrado” formado, realçando-se os bicos. Este “quadrado” era e será sempre composto por Diogo, Pedro, Nuno e Bruno (continuamos com nomes fictícios).
Devido a tão ocupado domingo, Nuno padecia de um obstrução, não só nasal, como “traqueal” e “bronquial” que o impedia de efectuar confortavelmente a ingestão e a expiração de tal gás essencial à sobrevivência humana, isto é, ele estava uma constipação que não lembra ao Abominável Homem das Neves. Foi neste estado que Nuno ficou conhecido no mundo dos guardanapos, não por ter batido mil “sarapitolas” ao mesmo tempo, mas sim por ter ocupado milhões e milhões de lenços de papel da Renova com a sua famosa “nhanha”, tendo ate sido apelidado por Manuel Luís Goucha de “Nhunho”. Foi com uns destes lenços utilizados por Nuno que se passou tão caricata situação. Estava o “quadrado” atento à aula de dona Filomena, como sempre, estando esta a expressar-se gestualmente no quadro, quando Nuno, acabando de tirar a pinga de “nhanha” que lhe escorria pela narina direita levando consigo dois ou três “pintelhos” provenientes do nariz, se lembra de embrulhar a mucosidade presente no papel e com o seu braço de bicípite de 50 cm, que faz roer de inveja qualquer “punheteiro” de alto gabarito, arremeça-o fortemente fazendo com que este embata em tão formosa cabeça de Pedro, matando dois ou três sem abrigo que lá viviam. Pedro, furioso como nunca por terem sido mortos os seus companheiros de quarto, apoiando-se no costado da cadeira, olha para a sua retaguarda e sem mais nem menos, atira o inocente do papel contra os binóculos de Bruno, fracturando a haste direita e deixando um pouco de “nhanha” na lente esquerda. Bruno descontente com a situação, atira o coitado do lenço que nesta altura já se sentia enjoado, pobrezinho, fazendo com que este vá direito à bochecha rosada de Diogo que, como sempre, estava atento á aula, para não fazer nenhum movimento em falso devido a sua alta infelicidade para momentos tristes. Diogo, como ate se sentiu enojado com tal ranhosa situação, decidiu-se por atirar o lenço contra as fuças de Nuno, que, tal como Pedro, se enfureceu fortemente. Como Nuno estava no auge da sua fúria e não tinha calma para pensar, num acto de pura vingança, decide-se por atirar o lenço, que nesta altura já flamejava de tanto atrito presente no ar, contra Diogo. Mas como Diogo é um bom “punheteiro”, e seus reflexos de pescoço são excelentes e não estão enferrujados, move-se com uma “lean” de direita para fugir a tão ordinário projéctil. Como o projéctil não encontrou nenhuma cabeça para se confortar, decidiu-se por se deixar ficar pela mala de Sô Dona Filomena. Quando vê esta aterragem tão bem sucedida, Nuno lança um guincho à Castelo Branco, ou seja, roto, para descrever o seu susto. Enquanto Nuno lançava tão “abichanado” guincho, o restante “quadrado” lançava gargalhadas que mais se pareciam com o famoso riso de Jean (nome fictício também). Quando a senhora Filomena vê na sua cara mala de couro, comprada a um marroquino que andava na praia a vender pulseiras, tal ordinário projéctil decide-se por castigar Nuno. Leva-o para sua casa de campo na rua 19 e tratando Nuno como se fosse um boneco, baixa-lhe suas giras calças da quicksilver que todos invejam e os boxers com elefantes a desfrutarem dos seus órgãos sexuais para seu próprio prazer (coisa mais rota) e pegando em poderoso tronco luminoso de 32 cm, espeta-o no rifte presente na retaguarda de Nuno, falha esta que era de grande estima para ele, fazendo com que este parecesse um semáforo. Nuno guarda boas recordações desta historia e ainda tem saudades dos tempos em que ele utilizava o mesmo tronco para brincar aos médicos com o seu irmão, tendo este que fazer diariamente o seu examezito à próstata.
Nada mais havendo a tratar...
Comments:
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Tenho a dizer acerca deste post que axo que sim
:P
Ta fixe, andam com umas historias de vida do crl :) Um dos melhores posts ate agr :P Continuem *
:P
Ta fixe, andam com umas historias de vida do crl :) Um dos melhores posts ate agr :P Continuem *
Vcs têm umas aulas mt animadas
Mt gostavamos d ser moscas para ver as voxas figuras lol continuem axim k nós rimo nos nas salas ao lado! fikem bem***
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Mt gostavamos d ser moscas para ver as voxas figuras lol continuem axim k nós rimo nos nas salas ao lado! fikem bem***
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