Segunda-feira, Julho 04, 2005

“PIM PIM PIM”

À primeira impressão poderá parecer os sinos duma igreja devota e religiosa mas este som tem muito mais de pudico do que podem alguma vez imaginar…e como não imaginam quem melhor do que “Os Pinze” para esclarecer a vossa curiosidade tal beata de igreja e amante do padre da freguesia?
Peço ao leitor devoto que imagine a seguinte situação: um enorme pássaro (com 1,90cm) três asas, 4 patas, três olhos e um apetite voraz por menores indefesos com tendências menos heterossexuais, imaginou? Pois esqueça, não tem nada a ver com a história. O busílis da questão passa por um filme assaz pertinente para este caso. Um filme de nome “O nome da Rosa”(a frase ficou um tanto ou quanto redundante)assistido numa aula suplementar de Filosofia, mais uma vez com a nossa Filomena (ou Meninha para mim) que despertou o (passo a expressão) nosso Diogo. Logo iniciou pensamentos permiscuos, seguidos de urros, guinchos e gestos (como tem vindo a ser hábito). Peço ao leitor mais assíduo que não atente a permiscuidade deste indivíduo, pois são casos isolados que só acontecem praticamente todos os dias.
Passando a frente (ou como possivelmente o nosso “amigo” tarado diria: “passemos para a frente”) e vamos ao “acto” ou á moléstia propriamente dita, no sentido literal da palavra. Ora o filme tinha como uma das cenas, não principais, mas marcantes, o acto de um jovem e confuso monge com uma meretriz de aldeia (que não tem outro nome) que não me recordo perfeitamente mas certamente se chamaria Rosa. A cena era de uma nudez sórdida em que Rosa seduzia o monge que levado pela sua confusão hormonal (entre ser hetero ou eunuco pairava a dúvida) se “assambarcava” da jovem e loucamente a possuía ali mesmo onde se encontravam, num celeiro. Posso garantir-lhe jovem leitor que os únicos urros que provinham daquele celeiro não eram de nenhum animal sedento de acasalamento nem qual vaca que dá á luz o seu beserro, mas sim a excitada Rosa e o seu amante de 20 centímetros. Permita-me o leitor dizer que os urros e gritos não duraram mais de 60 segundos quanto muito (até porque o jovem se encontrava na situação de estreia absoluta), mas foi o suficiente para despertar a ânsia do nosso amigo Diogo. Após o filme quando nos dirigíamos para aquela aula fatídica de Inglês com “a professora” o nosso Diogo sem proteger a retaguarda (sem ter visto que pé ante pé se aproximava “Meninha”) desata a relatar a cena mais erótica de todo um filme com um enredo fascinante, do qual só me lembro dessa cena, e efusivamente enquanto gesticula tenta exprimir com palavras o que tinha visto com um vertiginoso “PIM PIM PIM” em altos berros para que Botsawa Kawaki que está no Quénia e não tem televisão possa partilhar da mesma experiência que este. A cena torna-se embaraçosa quando Meninha desata a rir e passa em grande velocidade pelo “PIM” não vá este se sentir tentado pela vontade de acasalar e salte ali mesmo para cima dela, no meio do átrio, por trás como um animal do campo.
Nada mais havendo a tratar…

Comments:
Tenho a dizer que, não obstante de ser uma historia com os seus momentos, digamos, caricatos, peca pela falta de qualidade relativamente á historia anterior. No entanto é preciso dar louvar ao autor deste texto por ter tentado. Um bem haja não so para ele como tambem para os intervenientes na historia narrada.







:P
 
Deixem-me desde já dar os parabéns aos intérpretes deste blog, poix está mxm mt bom!!!Estas relatos da vida real...k x formos a ver bm podem acontexer a kualker um...a maneira km são relatados...td isso esta mt bom mxm!!!
Esperu k continuem...tou a gostar!!!

PS: Dps um dia destes à voxa escolha podiam relatar uma das historias karikatas do "dark side" da turma....era cpx d ser engraxadu!!!(este ps fax parte da voxa imaginação demasiadu fértil...para tds os efeitos voxs não acabaram de ler istu)
 
Demais mesmo...
Nexas cabexa é so mesmo PIM PIM PIM.. o ke voxes kerem sei eu... eheheheheh...

adoruvuxxxxxx!*
 
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