Quinta-feira, Julho 07, 2005
“Tá joyce”
“Tá joyce” ou na gíria linguística da alta-sociedade: “Está joycexinho”. Uma expressão corrente, ou uma guerra de interesses coloquiais? Será uma expressão acarinhada no seio do dicionário de língua portuguesa, ou um escarro expressivo proferido por uma classe menos afortunada intelectualmente?
Os “Pinze” consideram este um tema controverso que vai provocar no leitor uma sensação não húmida mas sim confusa e de linguística complicada.
Vamos tratar de explicar ao jovem leitor (neste momento confuso intelectualmente e outros sexualmente enquanto pensam para consigo que o Cláudio Ramos até é fofinho) de onde nasce esta expressão complexa.
“Tá joyce” provém do latin “Estae joycea” expressão que em 1273 d.C. significava pujança sexual. Mais tarde degenerou para pujança físico-matemática, um tanto ou quanto confuso, influência de um físico com opções sexuais questionáveis. Por fenómenos de queda, esta expressão vai tornar-se em “Tá joyce”, uma expressão corrente que na gíria juvenil significa “Está agradavelmente cavaqueiro” ou “Encontra-se amenamente corriqueiro”.
Esta expressão não é utilizada correntemente nos nossos dias pelos jovens mais literados, mas para a chamada “crew juvenil” com vocabulário limitado/questionável é uma expressão que corre fluentemente nas conferências de bilhar e matraquilhos.
Alertamos o leitor mais assíduo que a utilização deste vocábulo em larga escala provoca no receptor sensações que se podem integrar no fórum de “sensações estranhas”. Os “Pinze” têm uma situação exemplar para tal alerta.
Bruno era um rapaz feliz como outro qualquer. Era uma tarde tristonha, o céu estava encoberto e pairava no ar uma brisa refrescante tal nevoeiro que caía sobre a secundária Manuel Laranjeira. Apareceu Pedro por entre esse nevoeiro fazendo lembrar D.Sebastião, com o intuito não de combater pelos lusitanos e defender a pátria que é de todos, mas sim de oferecer alegria aos demais. Decide então lançar uma expressão que impulsionaria a gargalhada do auditório e traria a felicidade àquele ambiente taciturno e cinzento. Um simples “Tá joyce” para definir o estado de espírito dos demais. Pedro queria a alegria e a boa disposição do auditório. Mas Bruno não ambicionava a boa disposição. Ele tinha o objectivo macabro de aumentar o seu “rol” humorístico e decidiu que iria usar esta expressão no futuro como o seu próprio cartão de visita que o impulsionaria para a “stand-up” e/ou crónicas de blogs.
Quem achou por demais tanta repetição coloquial foi Jean Piero, Nuno David e Miguel António, que apesar de ainda neste momento estarem á procura no dicionário para saber o que significa coloquial, logo se prontificaram a acabar com o nosso “cómico” pela força. Acharam que a mochila escolar de Bruno necessitava de uns tempos longe da família, para mudar de ares e não entrar em stress com a rotina do dia-a-dia e assim aconteceu. A mochila esteve uns dias longe de Bruno e no momento do reencontro as saudades eram notórias. O olhar amargurado de Bruno deixou cair uma leve lágrima e o ar abatido da mochila feita refém era notório.
O apelo que fazemos neste “post” é o facto de a repetição excessiva de vocábulos desnecessários levarem á insanidade psíquica e poderem regenerar em actos de vandalismo como o rapto e a ingestão de aspirinas. Roubar mochilas também não é nada “joyce”. Não podemos pura e simplesmente ignorar tais atitudes que de louvável só tem a expressão “coloquial”.
O Bruno era um rapaz como outro qualquer. Hoje é um jovem sofrido, amargurado, ferido pelas situações desta vida, que a única coisa que deseja é continuar a “tar joyce”. Peço ao leitor que passe esta história ao máximo de pessoas que conseguir senão Botsawa Kawaki que vive no Quénia e não tem televisão não poderá ver o filme “O nome da Rosa” e nunca conhecerá os prazeres da puberdade nem desfrutará das mesmas sensações que o nosso amigo pervertido.
(Os nomes encontrados neste texto são para consumo interno e de carácter fictício…pedi-mos desde já desculpa se fizemos perder o vosso tempo com uma leitura sem fundo humorístico)
Nada mais havendo a tratar…
“Tá joyce” ou na gíria linguística da alta-sociedade: “Está joycexinho”. Uma expressão corrente, ou uma guerra de interesses coloquiais? Será uma expressão acarinhada no seio do dicionário de língua portuguesa, ou um escarro expressivo proferido por uma classe menos afortunada intelectualmente?
Os “Pinze” consideram este um tema controverso que vai provocar no leitor uma sensação não húmida mas sim confusa e de linguística complicada.
Vamos tratar de explicar ao jovem leitor (neste momento confuso intelectualmente e outros sexualmente enquanto pensam para consigo que o Cláudio Ramos até é fofinho) de onde nasce esta expressão complexa.
“Tá joyce” provém do latin “Estae joycea” expressão que em 1273 d.C. significava pujança sexual. Mais tarde degenerou para pujança físico-matemática, um tanto ou quanto confuso, influência de um físico com opções sexuais questionáveis. Por fenómenos de queda, esta expressão vai tornar-se em “Tá joyce”, uma expressão corrente que na gíria juvenil significa “Está agradavelmente cavaqueiro” ou “Encontra-se amenamente corriqueiro”.
Esta expressão não é utilizada correntemente nos nossos dias pelos jovens mais literados, mas para a chamada “crew juvenil” com vocabulário limitado/questionável é uma expressão que corre fluentemente nas conferências de bilhar e matraquilhos.
Alertamos o leitor mais assíduo que a utilização deste vocábulo em larga escala provoca no receptor sensações que se podem integrar no fórum de “sensações estranhas”. Os “Pinze” têm uma situação exemplar para tal alerta.
Bruno era um rapaz feliz como outro qualquer. Era uma tarde tristonha, o céu estava encoberto e pairava no ar uma brisa refrescante tal nevoeiro que caía sobre a secundária Manuel Laranjeira. Apareceu Pedro por entre esse nevoeiro fazendo lembrar D.Sebastião, com o intuito não de combater pelos lusitanos e defender a pátria que é de todos, mas sim de oferecer alegria aos demais. Decide então lançar uma expressão que impulsionaria a gargalhada do auditório e traria a felicidade àquele ambiente taciturno e cinzento. Um simples “Tá joyce” para definir o estado de espírito dos demais. Pedro queria a alegria e a boa disposição do auditório. Mas Bruno não ambicionava a boa disposição. Ele tinha o objectivo macabro de aumentar o seu “rol” humorístico e decidiu que iria usar esta expressão no futuro como o seu próprio cartão de visita que o impulsionaria para a “stand-up” e/ou crónicas de blogs.
Quem achou por demais tanta repetição coloquial foi Jean Piero, Nuno David e Miguel António, que apesar de ainda neste momento estarem á procura no dicionário para saber o que significa coloquial, logo se prontificaram a acabar com o nosso “cómico” pela força. Acharam que a mochila escolar de Bruno necessitava de uns tempos longe da família, para mudar de ares e não entrar em stress com a rotina do dia-a-dia e assim aconteceu. A mochila esteve uns dias longe de Bruno e no momento do reencontro as saudades eram notórias. O olhar amargurado de Bruno deixou cair uma leve lágrima e o ar abatido da mochila feita refém era notório.
O apelo que fazemos neste “post” é o facto de a repetição excessiva de vocábulos desnecessários levarem á insanidade psíquica e poderem regenerar em actos de vandalismo como o rapto e a ingestão de aspirinas. Roubar mochilas também não é nada “joyce”. Não podemos pura e simplesmente ignorar tais atitudes que de louvável só tem a expressão “coloquial”.
O Bruno era um rapaz como outro qualquer. Hoje é um jovem sofrido, amargurado, ferido pelas situações desta vida, que a única coisa que deseja é continuar a “tar joyce”. Peço ao leitor que passe esta história ao máximo de pessoas que conseguir senão Botsawa Kawaki que vive no Quénia e não tem televisão não poderá ver o filme “O nome da Rosa” e nunca conhecerá os prazeres da puberdade nem desfrutará das mesmas sensações que o nosso amigo pervertido.
(Os nomes encontrados neste texto são para consumo interno e de carácter fictício…pedi-mos desde já desculpa se fizemos perder o vosso tempo com uma leitura sem fundo humorístico)
Nada mais havendo a tratar…
Comments:
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bem devu dixer k tou a comentar mas n devia pk uma certa e determinada pexoa se anda a portar mt mal...mas paxando propriament ao textu tá mexmu porreiro, e continuo a afirmar k a cada dia fiko mais surpreendida com a voxa capaxidade d enventar coisas e o textu tá excelente... agora é postar mt pk ixtu vai lá!!!
pah...os nomes ficticios sao de uma imaginaçao gigantesca eu diria mesmo "sacados de outro mundo"... ah e e u continuo a afirmar k eu NUNO DAVID nada tive a ver com o "subito desaparecimento" da pasta do menino....mas isso e um aparte!!aaah continuem estao quase a xegar ao auge da escrita vem a aí distinçao ou entao um contrato com a benfica editora ( sim pk este ano o campeao e o benfica logo....) caga e seca...fikei bem
Lole...
Gostei deste post.. vexe mesmo ke sao da minha turminha. eheh!!
E pa esclarecer uma coisinhaaaa...
Eles nao inventam.. apenas nos retratam momentos paxados na turma mais fantabulastika do universo.. a verdadeira turma de desportooooo... L!...
Beijao pos PINZE! adoro vos a tds e tenho imensas saudades voxas.. :)
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Gostei deste post.. vexe mesmo ke sao da minha turminha. eheh!!
E pa esclarecer uma coisinhaaaa...
Eles nao inventam.. apenas nos retratam momentos paxados na turma mais fantabulastika do universo.. a verdadeira turma de desportooooo... L!...
Beijao pos PINZE! adoro vos a tds e tenho imensas saudades voxas.. :)
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